O QUE ACHAMOS DE:: Lady Bird – A hora de voar

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Dirigido por Greta Gerwig e vencedor do globo de ouro de Melhor comédia ou musical, Lady Bird –  A hora de voar apresenta Saorise Ronan no papel principal, Christine “Lady Bird” McPherson, uma adolescente em transição para a vida adulta, que sonha em deixar a cidade de Sacramento, mesmo que sua mãe não concorde com isso.

Aquilo que parece simples, tem o trunfo de trazer algo extramente identificável. A história traz aqueles drama s já conhecidos, de primeiras paixões, decisões de carreira e qual rumo dar a vida, que todos  nós já passamos. A relação conturbada entre Lady Bird (Ronan) e sua mãe, vivida por Laurie Metcalf, é o centro da história, mas, além do mérito das atrizes que vivem brilhantemente suas personagens, Greta teve a sensibilidade de retratar aquelas pessoas de forma reais: Hora você concorda com uma, hora com outra e em certos momentos, com nenhuma. Por ter um toque da vida real da diretora, tudo vida ainda mais verdadeiro na tela.  Mesmo quando elas dizem ao contrário, nós sabemos que mãe e filha se amam.

Em apenas 95 minutos de filme, o tom leve com que Greta trata sua história é cativante. A graça é construída com os próprios absurdos da vida, e os dramas comovem por nos conectar com aqueles personagens, mesmo que não concordemos com as suas atitudes. Mesmo em sua estreia, a diretora já consegue mostrar a que veio, dando uma assinatura forte ao seu enredo de amadurecimento.

Ainda há um gostinho a mais de ver a construção de época do filme, trazendo uam sensação de nostalgia para nós que crescemos no ínicio dos anos 2000, mas mesmo assim, as dúvidas ali são atemporais, e vão fazer qualquer geração se identificar um pouco com as atitudes de Lady Bird.

Nota: 10/10

 

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